Relato Camille

Relato de experiência – Camille Costa da Rocha

Conheça a história da Camille, que quase se entregou às drogas, mas encontrou na Seicho-No-Ie um sentido para sua vida.

 

Nome: Camille Costa da Rocha

Regional: SP – JABAQUARA

 

Olá! Bom dia!

Meu nome é Camille Costa da Rocha, gostaria de compartilhar com vocês o meu relato de experiência.

Conheço a Seicho-No-Ie desde criança, participei de seminários e reuniões para crianças.

Na minha família havia períodos em que a Seicho-No-Ie estava mais presente e períodos em que estava esquecida.

Hoje percebo que os períodos em que meus pais estavam mais presentes nas atividades e as práticas eram realizadas na minha casa, coincidiam com quando meus pais estavam envolvidos com a parte organizacional da Seicho-No-Ie, dedicando trabalho voluntário. E percebi também que esses eram os períodos mais prósperos, mais felizes de nossas vidas.

A partir dos meus 11 anos minha mãe, após uma depressão pós-parto, passou a sofrer de depressão e teve surtos. Às vezes melhorando, às vezes voltando a adoecer.

Foi nessa época que acabamos nos afastando da Seicho-No-Ie

E sobrevieram muitas dificuldades financeiras também. Mudamos-nos muito de casa, bairro, cidade e estado. Sempre tínhamos que recomeçar.

Aos 16 anos através de amigos eu conheci o mundo das drogas, o mundo da libertinagem. E por vários anos eu me perdi nesse mundo. Usei maconha e cheguei a usar cocaína.

A minha busca pela felicidade, que não encontrava em casa, me levaram a este caminho tortuoso. E embora meus pais tentassem me mostrar os ensinamentos da Seicho-No-Ie eu os rejeitava e preferia viver aquela vida de ilusão.

E o pior que eu fiz foi trazer para dentro da minha casa a infelicidade para os meus pais, pois tinham uma filha que tinha tudo para dar certo, mas que se drogava.

Até que em 2002 eu, no auge da minha angústia e autopunição, sentimentos que em geral norteiam a vida de jovens que caminham por esse universo, havia perdido o emprego e fui buscar pelas minhas próprias pernas uma Associação Local da Seicho-No-Ie.

E na cidade de Sapiranga, Rio Grande do Sul, onde eu morava na época, eu me peguei emocionada naquela pequena Associação Local, cantando Marcha da Missão, eu me recordei da Associação Local aonde eu cresci em Jacareí-SP.

Alguns meses depois eu voltei para Jacareí-SP para morar com meus pais novamente e eles me levaram nessa Associação Local.

Lá eu conheci amigos que eu passei a admirar muito. Eram os jovens da Seicho-No-Ie que dedicavam voluntariamente para que mais jovens pudessem encontrar uma Associação Local aberta, conhecer os ensinamentos da Seicho-No-Ie e fazer bons amigos.

Nessa Associação Local, que eu passei a frequentar toda semana, eu aprendia sempre algo que me fazia querer ser melhor, e praticava tudo: Meditação Shinsokan, Leitura de Sutra Sagrada; Auto-sugestionamentos; me associei à Missão Sagrada; participava de Seminários de Treinamento Espiritual na Academia de Ibiúna, e de Convenções Nacionais.

Alguns anos depois me candidatei a Presidente dessa Associação Local. E imediatamente as bênçãos passaram a fluir: já fazia 5 anos que eu havia terminado o ensino médio e eu, que  não via possibilidades  de fazer um curso universitário, ganhei uma bolsa de estudos de 100% para fazer faculdade de administração.

Atuei como presidente dessa Associação Local na gestão de 2005 a 2007 e nesse período passei a praticar todos os dias, na Associação Local, às 6h30 da manhã a Meditação Shinsokan e Leitura da Sutra Sagrada, antes de ir para o trabalho.

Constantemente lia os livros e Sutras Sagradas enquanto aguardava a loja em que eu trabalhava abrir, no ponto de ônibus, no trajeto de ônibus até o trabalho também. E sentia que estava sendo purificada pelas palavras da Verdade. Assim como a analogia do copo com água suja no qual é despejado água límpida até que permaneça só a água purificada.

Em 2007 eu decidi, pra mim mesma, no Curso para líderes da Associação dos Jovens, Persona VIP, durante a Cerimônia do Fogo, que ia dedicar a minha vida para o Movimento de Iluminação da Humanidade e em seguida veio o “chamado” para vir trabalhar na Sede Central da SEICHO-NO-IE DO BRASIL. Como secretária do Presidente Nacional da Associação dos Jovens e Diretora Nacional do Departamento Feminino.

Eu ainda não me achava capaz, estava cheia de complexo de inferioridade. Não me achava um exemplo de mulher.

Mas acreditando que Deus conduz tudo, aceitei.

Hoje faz quase 5 anos  que eu trabalho na Superintendência dos Jovens da SEICHO-NO-IE DO BRASIL.

Tenho a oportunidade de atuar como Coordenadora da Equipe Sudeste, Diretora Nacional do Departamento de Eventos e Seminário da Luz, Coordenadora do Estágio para Líderes da AJSI/BR e recentemente fui nomeada Vice-Presidente Nacional da AJSI/BR.

Estou concluindo o Curso de pós Graduação em Psicologia Multifocal.

Minha família é feliz e vive a Seicho-No-Ie 24 horas por dia.

Minha mãe está totalmente recuperada e voltou a dar aulas para crianças, aplicando a Pedagogia da Seicho-No-Ie.

Meu irmão assumiu recentemente como Presidente da Associação Local de Jacareí com apenas 17 anos.

E meu trabalho é para que cada vez mais jovens encontrem a razão de viver, despertem para sua natureza divina através do contato com Associações Locais abertas, com líderes jovens que vão inspirá-los como aconteceu comigo e através de eventos como a Convenção Nacional que são grandes oportunidades de renascimento.

Só tenho a agradecer a Seicho-No-Ie, ao Mestre Masaharu Taniguchi, meus antepassados, meus pais, e aos amigos da Seicho-No-Ie, que hoje estão por todo Brasil.

Percebi que tudo o que passei serve hoje para que eu possa olhar nos olhos de muitos jovens e dizer: Vem comigo! Eu sei o que você está sentindo.

Porque se hoje eu consigo viver bem é porque vivo o ensinamento da Seicho-No-Ie na minha vida e busco passar esse ensinamento através da prática do Bem.

Para finalizar gostaria de apresentar para vocês as pessoas que sempre acreditaram em mim e que confiaram nos ensinamentos da Seicho-No-Ie.

 

Muito obrigado.

 

 

A Seicho-No-Ie mudou a vida da Camille e pode mudar a sua também.

Procure a Associação Local mais próxima de você e participe de nossas reuniões.

Relato gravado na 57ª Convenção Nacional da AJSI/BR, em 2012.

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